COPOM FAZ NOVO CORTE E JURO BÁSICO CAI PARA 3% AO ANO

Publicado em 07/05/2020 por Coralli

O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) reduziu ontem, 6, a taxa básica de juros da economia brasileira (taxa Selic) de 3,75% para 3% ao ano. A decisão foi unanime. Esta foi a sétima redução consecutiva.


A decisão renovou o menor patamar histórico para a taxa Selic desde 1999, quando entrou em vigor o regime de metas para a inflação. No comunicado, o Copom avalia que “neste momento a conjuntura econômica prescreve estímulo monetário extraordinariamente elevado”.


“Para a próxima reunião, condicional ao cenário fiscal e à conjuntura econômica, o comitê considera um último ajuste, não maior do que o atual, para complementar o grau de estímulo necessário como reação às consequências econômicas da pandemia da Covid-19”, afirma o Copom.


O comitê ressalva, no entanto, que “novas informações sobre os efeitos da pandemia, assim como uma diminuição das incertezas no âmbito fiscal, serão essenciais para definir seus próximos passos”.


EXCELENTE OPORTUNIDADE PARA INVESTIR EM IMÓVEIS

Com a nova redução da taxa Selic, o investimento em imóveis fica ainda mais vantajoso, tendo em vista que as taxas dos bancos acompanham a Selic – ou seja, esse índice histórico da taxa básica influencia nos juros cobrados em financiamentos e, até mesmo, em consórcios, que podem apresentar taxas administrativas menores por conta do atual momento.


CENÁRIO ECONÔMICO

A decisão do Copom foi tomada em um ambiente de forte queda do nível de atividade da economia mundial em razão da pandemia do novo coronavírus, o que tem reduzido os índices de inflação.


Diante desse cenário, o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a pandemia vai levar a economia mundial a registrar queda de 3% neste ano, o pior desempenho desde a crise de 1929.


Para o Brasil, as previsões do FMI e do Banco Mundial são de retração econômica superior a 5% neste ano. Os economistas do mercado financeiro estimam queda de 3,7%.


Com a forte queda da atividade econômica, os preços têm caído. Em março, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), índice que mede a inflação oficial, somou 0,07%, menor taxa para o mês desde 1995. O mercado financeiro prevê que o IPCA ficará em 1,97% neste ano, isto é, abaixo do piso de 2,5% previsto pelo sistema de metas.


Pela regra vigente, o IPCA pode oscilar de 2,5% a 5,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. Quando a meta não é cumprida, o BC tem de escrever uma carta pública explicando as razões. A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic)


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